Sou engenheira de produção e trabalho com uma coisa só: descobrir por que um negócio que já roda não vende como deveria.
Atuo como Head de Growth e Operações, onde entrei em uma operação sem estrutura de gestão organizada e participei da construção dela: processos, indicadores, CRM, aquisição.
A engenharia me deu o vocabulário: gargalo, causa raiz, indicador. Mas o olhar veio antes. Veio da loja do meu pai, onde eu vi de perto o que é um negócio inteiro depender de uma pessoa só.
É por isso que eu não proponho nada antes de diagnosticar. Proposta sem diagnóstico é chute com apresentação bonita.